Simples fácil e rápido.E porque não direto.

O VirtualBox tem seus drivers (guest additions) que ajudam pacas na qualidades de configuração.Mas no win9x eles não se preocuparam em compatibilizar e justamente o video fica desconfigurado.

Faça isso: Baixe o Scitech Diplay Doctor que possibilita chegar até resoluções estrondosas(para o que estava antes Oo), chegando à aproximadamente essa configuração máxima:  “1024×687x32″

Aqui disponibilizarei o link:

http://www.majorgeeks.com/download382.html

Outra, ele é trial, qq coisa, procure em algum site como esse:

www.cracks.spb.ru

e divirtam-se!

Uma pooooorrada de sites, tópicos, falam disso, mas nada o que eu quero saber.JOGOS de linux!!!!

Mas eh Jogos, com J maiúsculo, porque aquelas porcarias do site da ubuntugames (www.ubuntugames.com.br) são horríveis, salvam-se uns e outros, que evito vomitar, ou que soam simpáticos aos meus olhos.

Não sou da modinha de 3d graphics, ateh pq sou viciado em pacman e chess(apesar de ser ruim pacas no GLChess tento fazer o melhor Oo).Mas o que dizem jogos de Linux é piada para qq um.

O Cube, é até interessante, mas sinceramente, nada que segure você por mais de uma hora, com aqueles gráficos de engine “a la” Quake, que na minha opinião, devia ir pro inferno(não perto do Diablo).

Jogos, que tenham simplicidade e originalidade gráfica, como Frozen Bubble e Savage, realmente me impressionam e dá orgulho de usar Linux.

Darei aqui uma breve retórica de certos sites, uns interessantes, outros não,mas que podem ajudar a você decidir jogar hoje em casa.;D

Vamos lá:

A Loki merece aplausos, tudo que ela manda para o pinguim, é peixe e dos grandes.

http://www.linuxgames.com/unreal/

Unreal, tem gráficos louváveis, e tem natividade com o Linux.

Ou seja, ele fala nossa língua!xP Vamos lá!

http://zerowing.idsoftware.com/linux/

a Id Software (Produtora de Quake, Wolfstein e Doom) tem jogos com natividade com Linux também.Com um pouco de paciência, você consegue todos para jogar.(Vocês sabem onde ¬¬’)

http://www.vmware.com/

Você instala o Ruwindows nessa máquina virtual, como o Qemu. Tem versões demonstração. Atenção para o fato de que ele emula o hardware de uma placa de vídeo simplória. Adequada para aplicativos comerciais, porém insuficiente para jogos com recursos 3D avançados. A vantagem de explorar os recursos de sua placa de vídeo real é ainda um diferencial do Wine e do Cedega.

http://freshmeat.net/redir/qemu/41485/url_homepage/qemu

Você pode instalar um Ruwindows nessa máquina virtual, tendo o cd dele. Quase toda distribuição linux tem esse programa no cd ou repositório. Atenção para o fato de que ele emula o hardware de uma placa de vídeo simplória. Adequada para aplicativos comerciais, porém insuficiente para jogos com recursos 3D avançados. A vantagem de explorar os recursos de sua placa de vídeo real é ainda um diferencial do Wine e do Cedega.

*Ps: esses programas que eu disse são para emular SOs e se vc desejar,como condicionamento, jogar algumas coisas que o wine e cedega não pegam (se forem de outra plataforma, claro).

http://savage2.s2games.com/

Esse jogo é fora de série.Dá até vontade de matar alguém quando eu falo nele.*.*

Mas tudo com vontade se consegue.Google, wiki e orkut.Tudo que você precisa.Abraços!

Lindo TUX!

Setembro 13, 2007

Tux

O Tux é a mascote oficial do sistema operativo GNU/Linux. O Tux, criado por Larry Ewing em 1996, é um pinguim gorducho que tem um ar satisfeito e saciado. A ideia da mascote do Linux ser um pinguim veio de Linus Torvalds, o criador do núcleo do Linux.

É, por vezes, alegado que o nome deriva de Torvalds UniX, um nome sugerido por James Hughes, em vez da explicação que os pinguins aparentam vestir um smoking.

O Tux foi criado para um concurso de logotipos para Linux. O logotipo vencedor foi criado por Larry Ewing usando o GIMP (um pacote de software livre de edição gráfica) e foi lançado por ele sob as seguintes condições:

A autorização para o uso e/ou modificação desta imagem é concedida desde que me reconheça lewis@isc.tamu.edu e o GIMP, caso alguém pergunte [1]

Segundo Jeff Ayers, Linus Torvalds tinha uma “fixação por aves marinhas gordas e desprovidas da capacidade de vôo!” e o Torvalds reivindica que contraiu uma “penguinite” após ter sido gentilmente mordiscado por um pinguim: “A penguinitie faz com que passemos as noites acordados só a pensar em pinguins e a sentir um grande amor por eles.” A suposta doença de Torvalds é, pois claro, uma piada, mas ele foi mesmo mordido por um pequeno pinguim numa visita a Canberra. Torvalds estava à procura de algo divertido e simpático para associar ao Linux, e um pinguim ligeiramente gordo sentado após ter tido uma grande refeição servia perfeitamente.

O Tux tornou-se num icone para a comunidade Linux e Open Source, com um grupo de utilizadores de linux britânico adoptando um pinguim no Jardim Zoológico de Bristol. Ele é muito mais famoso que o seu grande amigo, GNU, um pacífico e tímido gnu que representa o Projecto GNU. Ele é frequentemente vestido ou retratado de maneiras diferentes, dependendo do contexto; por exemplo, quando representando o algoritmo de segurança PaX , ele usa um capacete e enverga um machado e um escudo, e os seus olhos são vermelhos.

O Tux é a estrela de um jogo para Linux chamado Tux Racer, em que o jogador guia o Tux abaixo duma variedade de montes gelados na sua barriga, tentando apanhar arenques e a bater o limite de tempo. Tux é também uma personagem do web comic, User Friendly.

Em algumas distribuições de Linux, caso o suporte a framebuffer esteja ativado, o Tux saúda o utilizador durante o processo de boot. Em sistemas com múltiplos processadores são exibidos vários Tuxes, sendo um para cada processador.

TUX é também o nome do servidor web baseado no núcleo de Linux, que é capaz de servir páginas de web estáticas muito mais rapidamente que servidores tradicionais, tais como o servidor Apache HTTP, software esse mantido pela Red Hat.

Tributos ao Tux

Pesquisado na Wikipedia,http://pt.wikipedia.org/wiki/Tux, fui dar uma olhada na história desse desgraçado q tanto adoro

e fiquei curioso, como a própria criação dele, foi uma história, uma fábula, linda, cheia de firulas emos que nos tornam mais humanos e livres.xP

Sou fã de Stallman e Torvalds, apesar do desentendimento lindo entre os dois(seria um caso de amor?), e acho que isso que mantém o Linux em pé, conflitos ideológicos respeitados e concretizados, de um certo modo, por quem segue cada um.

Ou seja, tanto o GNU Project do Stallman, quanto o Linux do Torvalds, são projetos totalmente concretos (tirando certas “utopias” que qualquer base ideológica possui), que visam o bem estar do indivíduo em si, mas não prejudicando os outros, ou negando acesso e sim, compartilhando quem tem, com quem não tem, seja em termos de conhecimento, cultural-econômico-social.

Veja o Open Source, como uma alternativa mais que tecnológica, mas humana, pois quem mais a utiliza, não são servidores de grandes bancos de dados, ou scannersultra-espaciais, e sim pessoas como eu e você, simples pessoas, com seus trabalhos e vida “mundanos”, talvez até capitalizados(ou não), que visam uma saída para toda essa alienação das Gerações MTV’s, Coca-Cola’s e cia.

Eu não quero ser só mais um, mas também não quero sair gritando(!) o que eu sou, sou simplesmente sendo, no encontro mais categórico do verbo ser e existir.E depois dessa filosofia abóbrica toda, dedica este tópico ao GNU, ao Open Source, ao Linux e à um amigo virtual meu, pibarnas, que de tanta conversa q temos tido, vem a me corromper com seu coloquialismo esplêndido e assuntos divertidos.

Abraços man!\o


Fstab

Setembro 13, 2007

Depois de quebrar muito a cabeça, muitos googles e fóruns da vida, resolvi meu problema de graação de cd’s e viadagens afins, com meu BENQ.

o troço foi o seguinte, vou apssar um tuto do fstab, que um cara do LinuxBSD fez, e depois mostrar meu arquivo de fstab, pronto.

qq dúvida, mande-me um e-mail para o seguinte endereço alexandreazoth@gmail.com, q talvez eu possa ajudar.;D

aqui está o artigo:

Montando partições no fstab
Autor: Jean Carlos O. Guandalini
eMail: darkwarrior[NOSPAM]linuxbsd.com.br
Data: 18 de novembro de 2003

Olá pessoal, vou falar um pouco sobre o arquivo fstab (/etc/fstab). É através desse arquivo que são montadas as partições para que o Gnu/Linux inicie corretamente, pois sem ele não teria como iniciar o sistema. O fstab também serve para montar outras partições com outros sistemas de arquivos, facilitando para você não precisar montar aquela sua partição windows toda vez que ligar o computador, e através dele também são montados os dispositivos(cd-rom, dvd, floppy…). Este documento se baseia no manual do fstab(man fstab) e do manual do mount(man mount).
Então vamos lá.
Abaixo temos um exemplo de um arquivo /etc/fstab:

Device

Moint point

File Sistem

Options

/dev/hda4 / ext3 defaults 1 1
/dev/hda5 /var ext3 defaults 1 2
/dev/hda6 swap swap defaults 0 0
/dev/hdb /mnt/cdrom iso9660 defaults,noauto,user 0 0
/dev/fd0 /mnt/floppy auto defaults, noauto, user 0 0
/dev/hda2 /mnt/win vfat noexec,uid=100,gid=100 0 0
none /proc proc defaults 0 0

O modelo do arquivo fstab é assim:
[dispositivo] [ponto de montagem] [sistema de arquivos] [opções] [opção para o dump] [opção para o fsck]

dispositivo:
Nesse campo é colocado o dispositivo a ser montado ou um sistema de arquivos remoto. Para montagens NFS deve ser colocado <máquina>:<dir>, exemplo: dark.dark.net:/home/minhapasta. Para procfs, use somente ‘proc’. No exemplo acima a primeira linha monta o dispositivo hda4.

ponto de montagem:
Ele identifica em qual pasta será montada a partição, para partições swap esse campo deve ser especificado como ’swap’, se o nome do ponto de montagem contiver espaços, estes podem ser representados por ‘40′. No nosso exemplo na primeira linha coloquei a pasta raiz do Gnu/linux, já na segunda linha identifiquei como a pasta /var que seria montado no sistema.

sistema de arquivos:
Nesse campo você descreve qual o sistema de arquivo. Atualmente os seguintes tipos de sistemas de arquivos são suportados – consulte /proc/filesystems para saber quais sistemas de arquivos são suportados pelo seu kernel:
adfs, affs, autofs, coda, coherent, cramfs, devpts, efs, ext2, ext3, hfs, hpfs, iso9660, jfs, minix, msdos, ncpfs, nfs, ntfs, proc, qnx4, reiserfs, romfs, smbfs, sysv, tmpfs, udf, ufs, umsdos, vfat, xenix, xfs.

opções:
Segue abaixo explicação de algumas das opções disponíveis no fstab:

noauto: Essa opção faz com que o dispositivo não montado automaticamente durante o boot, é a opção que deve ser usada para disquetes e cd-roms no fstab, pois senão o Gnu/Linux iria tentar monta-los mesmo que não tivessem discos neles.

user: Essa opção é ótima também para discos removíveis, ela permite que qualquer usuário possa montar esse dispositivo.

noexec: Essa opção é muito útil para quando montamos partições windows, pois ele não gerencia os arquivos com permissões como no Gnu/Linux, com isso os arquivos ficam todos como executáveis, se você clicar em cima de um arquivo mp3, usando o konqueror por exemplo, ele vai tentar “executar” o arquivo é claro que sem funcionar, usando essa opção você faz com que isso não ocorra.

uid: Essa opção também é útil quando se monta partições FAT, pois elas não trabalham com permissões de arquivo, assim todas as partições que forem montadas estarão com o dono dos arquivos seja o root. Assim você com um usuário normal não poderia ter total controle desse diretório, com essa opção você pode mudar o dono do arquivo usando o uid dele que pode ser encontrado no arquivo /etc/passwd:

jean:x:144:200::/home/jean:/bin/false

Nesse exemplo o uid do usuário jean seria 144.

gid: Com essa opção você pode mudar o grupo do diretório, na verdade é a mesma função da opção acima, só que faz isso com o grupo.

jean:x:144:200::/home/jean:/bin/false

Nesse exemplo o gid do usuário jean é 200.

umask: serve para indicar quais serão as permissões dos arquivos, já que os sistemas Fat e derivados não tem sistema de permissões. O padrão é a mascára do processo atual. O valor é dado em formato octal. O padrão geralmente é representado por 022, ou seja, bit ‘w’(permissão de escrita) apenas para o dono.

Abaixo uma explicação para os valores de umask(fonte www.conectiva.com.br):
A umask funciona retirando permissões, ou seja, a permissão padrão do sistema seria 666, mas com um valor de 022, no caso do superusuário, teríamos 644 (666-022=644), o que significa que quando um arquivo for criado pelo superusuário ele vai ter suas permissões inicias em -rw-r-r–, permitindo escrita e leitura para o dono do arquivo e somente leitura ao grupo ao qual ele pertence e para os demais usuários do sistema. Já no caso dos usuários comuns do sistema, todo arquivo iniciará sua vida com permissões 664 (666-002=664), o que significa leitura e escrita para o dono e para o grupo (no formato absoluto será -rw-rw-r–) e aos outros usuários do sistema permite apenas leitura.

ro: O dispositivo será montado somente para leitura

rw: Monta o sistema de arquivos com permissão de leitura e gravação.

exec: Permite a execução de binários.

suid: Permite o uso dos bits de configuração de identificação do usuário e do grupo.

dev: Interpreta dispositivos especiais de blocos ou caracteres no sistema de arquivos.

defaults: Usa as opções padrão: rw, suid, dev, exec, auto, nouser, e async.

opção para o dump:
Essa opção é usada pelo comando dump para determinar quais sistemas de arquivos precisam ser copiados, caso não tenha sido escrito nada nesse quinto campo o valor dele será considerado zero, e o dump assumirá que esse sistema de arquivos não precisa ser copiado.

opção para o fsck:
Nesse campo você deve colocar a ordem em que os sistemas de arquivos serão verificados durante o boot. A partição raiz ( / ), sempre como 1, e os outros sistemas de arquivos devem ter esse campo a partir de 2 fazendo seqüência de acordo com o número de partições que você quiser montar. Sistemas de arquivos em um mesmo dispositivo, serão verificados seqüencialmente, e sistemas de arquivos em dispositivos diferentes, serão verificados ao mesmo tempo para utilizar o paralelismo disponível com o hardware. Caso esse campo não exista ou esteja com o valor 0 o fsck não irá checar essa partição ao inicializar o Gnu/Linux.

Mais informações sobre essa opções podem ser encontradas com o comando “man mount” ou “man fstab”, aqui eu somente coloquei as que julguei mais importantes. Na primeira linha do exemplo você puderam ver que esta com as opções default do sistema, já na linha onde montei o cd-rom utilizei das opções noauto, defaults e user, fazendo com que fique da melhor maneira para trabalhar, é claro que essas opções ficam a seu critério, e suas necessidades.

Vou passar aqui para vocês alguns exemplos usando o comando mount. (Colaboração: Andrei Drusian )
Montando disquete formatado em FAT
# mount -t vfat /dev/fd0 /mnt/floopy

Montando o Cdrom

# mount -t iso9660 /dev/hdX /mnt/cdrom

Montando partição Windows FAT

# mount -t vfat /dev/hdaX /mnt/win

Montando partição Windows NTFS
# mount -t ntfs /dev/hdaX /mnt/win

Montando compartilhamento remoto Windows/SMB
# mount -t smbfs //192.168.0.1/dados /mnt/smb -o username=xxx

Montando compartilhamento remoto NFS
# mount -t nfs 192.168.0.1:/dados /mnt/nfs

Montando uma partição do FreeBSD
# mount -t ufs -o ufstype=44bsd /dev/hdaX /mnt/bsd/

Montando uma partição windows com problemas na exibição de caracteres
Um problema muito comum é quando montamos uma partição FAT, existe o problema com a exibição de caracteres (ç,ã,á,é,í…). Uma maneira de resolver isso é usando as seguintes opções no fstab ou mesmo no mount:

iocharset=iso8859-1
codepage=850

exemplo de linha no fstab:
/dev/hdaX /mnt/win vfat noexec,uid=100,gid=100,iocharset=iso8859-1,codepage=850 0 0

exemplo de mount:
# mount -t vfat -o codepage=850,iocharset=iso8859-1,noexec /dev/hdaX /mnt/win

Esses exemplos foram somente para explicar a função da iocharset e codepage, as outras opções foram somente demonstrativas, ficando ao seu critério quais opções usar nas maneiras de montar o dispositivo.

Ta aí pessoal, um manualzinho bem simplificado e explicadinho sobre o fstab, espero que ajude todos, e tirem quase todas as dúvidas de vocês.
Gostaria de agradecer a Deus pela minha sabedoria, e que sempre me ajude a compartilhar ela com todos os que necessitam.

e aqui está o MEU fstab:

#
# /etc/fstab: static file system information
#
# <file system> <dir> <type> <options> <dump> <pass>
none /dev/pts devpts defaults 0 0
none /dev/shm tmpfs defaults 0 0

/dev/cdrom /mnt/cdrom iso9660 defaults,user,noauto 0 0
/dev/dvd /mnt/dvd auto defaults,user,noauto 0 0
/dev/fd0 /mnt/fd0 auto user,noauto 0 0
/dev/sda1 / reiserfs defaults 0 1
/dev/sda3 /home reiserfs defaults 0 1
/dev/sda2 swap swap defaults 0 0
tmpfs /dev/shm tmpfs defaults 0 0

Boa Sorte pessoal!

Filmes, Jogos e tudo do tipo

Setembro 12, 2007

Pessoal procurem por torrent ou p2p.vou citar alguns programas q uso e encontro 98,7% do que quero.

aMule (muito bom, vc so tem q ter paciencia com o seu status na rede…=P)

bittorrent ou utorrent (torrents leves e bons)

ou procurem em comu’s do orkut, sempre tem algum doente que posta alguma coisa que presta lá.

Outra, não concordo com a pirataria (=P), qq programa, rom, ou video que possui Copyright(direitos autorais) devem ser removidos do seu computador ou da sua casa(se for cd auhauuah) dentro de um período de 24 hrs.Até lah, boa diversão, ;P.

Arch

Setembro 12, 2007

Quem se interessar, ou já tem o arch e tiver batendo cabeça, igual um bom show de metal, procure esses sites:

http://wiki.archlinux.org/index.php/Main_Page

http://wiki.archlinux-br.org/index.php?title=P%C3%A1gina_principal

ou vá nas comu’s do Yogurte:

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7700555

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=31432510

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=32655140

e quem ainda nem sabe que desgraça eu estou falando:

O que é Linux ?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux
Outra, se vc procurar um programa e não tiver no pacman, e não quer se dar o trabalho de ir no AUR direto, procurar o yaourt, que vai ter ajudar muiiiito!

=P

Good Luck!

Quer ser true? Terminal rox

Setembro 12, 2007

comandos true:

irssi (irc via terminal)

mocp (player via terminal compilado pro arch pelo Sryche) http://aur.archlinux.org/packages.php?do_Details=1&ID=12793&O=0&L=0&C=0&K=moc-svn&SB=n&SO=a&PP=25&do_MyPackages=0&do_Orphans=0&SeB=nd

links ou dillo (teeente…rsrsrs browsers true)

7zip (7z x para descompactar uhAUhUHh very very true)

cdrecord Oo(esse sou poser, nao sei mexer nao)

cp -r origem destino (copiar arkivos para um diretorio)

qq coisa, eu posto mais coisas true!!!

e openbox é very very truuuuuue!\o/

Bom pessoal, encontrei esse artigo em um coment no site do VOL(Viva o Linux), já faz um tempo e não me lembro quem postou, qq coisa, me comuniquem que boto a autoria, oks?

Esse artigo ajuda o pessoal que tem 3dcards e nao conseguem configurar no linux.Bom pelo menos no kurumin eu consegui configurar a minha, qq coisa se eu conseguir no Arch eu posto aqui.

A dica no kurumin, é vc baixar tudo q for necessario, pro fglrx(driver proprietario da ATI) e depois executar o script que o artigo mostra (ttp://kanotix.com/files/install-radeon-debian.sh), depois quando voltar para o ambiente X, vc executa o icone magico, do driver proprietario da ATI.pronto!quando vc reiniciar o X nnovamente, estará lá, direct rendering :yes!

sites que podem ajudar:

https://a248.e.akamai.net/f/674/9206/0/www2.ati.com/drivers/linux/linux_8.40.4-inst.html

http://wiki.cchtml.com/index.php/Category:Distributions

www.ati.com

Dêem uma olhada no artigo qq dúvida:

As placas da ATI sempre foram relativamente bem suportadas pelo Xfree. Tanto as antigas Riva 128 quanto as Radeon possuem drivers nativos no Xfree 4.3 (e no X.org), respectivamente os drivers “r128″e “radeon”. Estes drivers oferecem um desempenho 3D razoável, em parte graças à própria ATI, que contribuiu no desenvolvimento e abriu parte das especificações das placas, de forma a facilitar o trabalho da equipe de desenvolvimento.

Porém, em 2003, a ATI resolveu seguir o mesmo caminho da nVidia, passando a desenvolver um driver 3D proprietário e parou de contribuir com o desenvolvimento do driver open-source. Parado no tempo, o driver “radeon”do Xfree não suporta algumas das placas novas e oferece um desempenho baixo se comparado com os drivers proprietários for Linux desenvolvidos pela ATI, ou mesmo com os drivers for Windows.

Ao usar uma placa ATI Radeon no Linux você tem a opção de usar o driver open-source, que já vem pré-instalado e é usado por padrão pelas distribuições, ou instalar o driver proprietário disponibilizado pela ATI, chamado “fglrx”.

Se você usa apenas aplicativos em 2D, filmes e música, não vai perceber muita diferença, mas se gosta de games 3D ou usa aplicativos de modelagem em 3D, como o Blender ou o PovRay, vai ver que a diferença é significativa. O desempenho dos drivers proprietários da ATI é de 2 a 3 vezes maior que o dos drivers open-source.

Infelizmente, a equipe de desenvolvimento dos drivers Linux da ATI é muito menor que a equipe da nVidia e possui menos experiência, já que o projeto da ATI é bem mais recente. Isso pode ser percebido na qualidade geral dos drivers, quantidade de documentação disponível, compatibilidade e facilidade de instalação.

Honestamente, se você pretende comprar uma placa 3D para usar no Linux, as placas da nVidia são uma melhor opção. Não necessariamente pela qualidade do hardware, mas sim pelos drivers. Posso dizer isso por experiência própria, pois possuo placas das duas marcas e preciso manter e testar o suporte a ambas no Kurumin.

O driver da nVidia apresenta problemas em conjunto com algumas combinações de placas de vídeo e placas mãe baratas, principalmente em placas com chipset SiS. Em algumas você só consegue usar o 3D configurando o vídeo com a opção Option “NvAgp” “0″, que desativa o uso do barramento AGP, diminuindo brutalmente o desempenho da placa e em outras o 3D simplesmente não funciona (muitas vezes nem no Windows) por limitações elétricas da placa mãe.

No caso dos drivers da ATI, além dos mesmos problemas de compatibilidade de hardware com algumas placas mãe, temos sempre um conjunto de deficiências relacionadas com o próprio driver, incluindo a precariedade do instalador e problemas de estabilidade em conjunto com algumas versões do X e com alguns jogos.

O driver for Linux também não oferece suporte completo a todas as instruções do OpenGL, o que causa problemas com alguns games, principalmente alguns títulos do Windows executados através do Cedega (WineX). O desempenho também não é o mesmo obtido no Windows.

Você pode ver alguns benchmarks recentes neste teste publicado pelo AnandTech: http://www.anandtech.com/printarticle.aspx?i=2229

Em muitos casos, novas placas demoram a ser suportadas. Por exemplo, tenho um Toshiba A70 com uma mobile Radeon 9000, um modelo que já está no mercado a quase 6 meses. O driver Radeon do Xfree não oferece suporte a esta placa e, enquanto escrevo, a última versão do driver da ATI (8.10.19) também não, embora este chipset já esteja marcado como suportado.

A instalação ocorre normalmente, mas o suporte a OpenGL simplesmente não funciona corretamente, fazendo com que efetivamente toda a aceleração 3D fique desativada. O desempenho em 2D também é ruim e o driver possui problemas de estabilidade. Eventualmente este problema deve ser resolvido com uma nova versão do driver, mas isto pode demorar.

Pode ser ainda que no futuro a ATI decida investir mais no desenvolvimento dos drivers, mas até agora a situação não é boa.

De qualquer forma, se você já tem uma placa da ATI em mãos, não adianta ficar chorando pelo leite derramado. Vamos logo colocar a mão na massa então:

O primeiro passo é baixar o driver, que está disponível no http://www.ati.com, na seção Drivers & Software > Linux Drivers and Software > Radeon 8500 Series and Higher

Assim como no caso do driver da nVidia, está disponível um driver unificado, que oferece suporte a todas as Radeon, da 8500 em diante. Lembre-se que o driver ainda não suporta as antigas Rage 128, que utilizam o driver “r128″ do próprio X.

Na página de download estão disponíveis versões diferentes do driver, de acordo com a versão do X em uso. Todas as distribuições de 2004 pra cá utilizam ou o Xfree 4.3 ou o X.org. Na página está disponível um script que confirma a versão do X instalada na sua máquina em caso de dúvida.

O pacote é disponibilizado apenas em formato RPM, mas o conteúdo é genérico o suficiente para funcionar em outras distribuições sem modificações.

No Mandrake, Fedora, SuSE e outras distribuições derivadas do Red Hat, instale com um:

# rpm -i –force fglrx_4_3_0-8.10.19-1.i386.rpm

Se você usa uma distribuição derivada do Debian, pode converter o pacote usando o alien, que pode ser instalado via apt-get. Depois é só instalar o pacote .deb gerado usando o dpkg:

# apt-get install alien
# alien fglrx_4_3_0-8.10.19-1.i386.rpm

fglrx-4-3-0_8.10.19-2_i386.deb generated

# dpkg -i –force-all fglrx-4-3-0_8.10.19-2_i386.deb

É necessário instalar usando a opção “–force-all” do dpkg pois o pacote convertido sempre tenta substituir algumas bibliotecas que no Debian fazem parte dos pacotes do Xfree. Sem esta opção a instalação acaba sempre sendo abortada.

Se você usa o Slackware, pode converter o pacote usando o comando “alien -t” ou o apt2tgz.

Depois de instalado pacote, é necessário compilar e instalar o módulo que vai no Kernel. Como de praxe, você precisa ter instalado os compiladores (ou pelo menos o gcc e um conjunto de utilitários básicos) e os headers do Kernel. Em algumas distribuições basta instalar o pacote “kernel-headers”. Em outras, como o Mandrake é necessário instalar o pacote “kernel-source” que contém o código completo do Kernel.

Para compilar o módulo rode os comandos:

# cd /lib/modules/fglrx/build_mod/
# chmod +x make.sh
# ./make.sh

Para instalar o módulo gerado:

# cd /lib/modules/fglrx/
# chmod +x make_install.sh
# ./make_install.sh

O último passo é alterar o arquivo de configuração do X a fim de usar o novo driver. Você pode tentar fazer isso manualmente, ou usar o fglrxconfig (parente do antigo xf86config), um script rudimentar, de modo texto, que faz um sem número de perguntas e no final gera o arquivo baseado em suas respostas.

Ao alterar o arquivo manualmente, o básico é substituir a linha

Driver “radeon”

Por:

Driver “fglrx”
Option “UseInternalAGPGART” “no”
Option “VideoOverlay” “on”
Option “OpenGLOverlay” “off”

A seção “Module” do arquivo de configuração deve ficar:

Section “Module”
Load “ddc”
Load “Glcore”
Load “dbe”
Load “dri”
Load “extmod”
Load “glx”
Load “bitmap”
Load “speedo”
Load “type1″
Load “freetype”
Load “record”
SubSection “extmod”
Option “omit xfree86-dga”
EndSubSection
EndSection

As linhas referentes às fontes podem mudar de uma distribuição para outra, mas as oito linhas em negrito devem estar sempre presentes.

Note que ao contrário da configuração para o driver da nVidia, você não deve comentar as linhas “load Glcore” e “Load dri”, pois o driver da ATI utiliza estes componentes. O driver da nvidia funciona sem eles por que o driver inclui uma versão própria dos módulo dri, desenvolvido pela própria nVidia.

Verifique também se as três linhas abaixo estão presentes próximo ao final do arquivo:

Section “DRI”
Mode 0666
EndSection

Depois de testar pela primeira vez, experimente mudar a opção “UseInternalAGPGART” “no” para “yes”. Isso ativa o uso do barramento AGP, aproveitando melhor os recursos da placa.

Note que ativar esta opção pode causar travamentos em algumas placas. Neste caso basta desfazer a alteração e reiniciar o X. Se necessário você pode fazer isso dando boot com um CD do Kurumin e editando o arquivo dentro da partição.

Rodando o “glxgears” depois de instalado o driver, você vai ver que o numero de frames informado por ele continua mais ou menos o mesmo que usando o driver “radeon”. Mas, rodando algum game, como por exemplo o Cube, você verá que o desempenho ficou bem melhor. No meu caso, com uma Radeon 9250, tenho (no cube) pouco mais de 70 FPS usando o driver radeon e mais de 200 usando o fglrx.

O driver apresenta alguns bugs estranhos em alguns games. No cube por exemplo a engine do game fica com problemas para calcular a mira, fazendo com que os inimigos fiquem “invencíveis”. Trocando o driver para “radeon” no arquivo do X e reiniciando o modo gráfico, o Cube volta a rodar normalmente.

Outro problema estranho, pelo menos com esta versão do driver é que ao abrir qualquer aplicativo 3D logo depois do boot, mesmo um simples “glxgears” faz toda a parte gráfica travar, só um reset resolve. Porém, esperando uns 5 minutos depois de ligar o micro, os games rodam normalmente.

Mais uma observação importante: O driver não compila corretamente no Debian, você precisa instalar um conjunto de patches para solucionar o problema. Uma solução muito mais simples é usar o script desenvolvido pelo Kano, que também funciona no Knoppix e outras distribuições derivadas do Debian. Baixe-o em:

http://kanotix.com/files/install-radeon-debian.sh

Para executar o script, mude para um terminal de texto (Ctrl+Alt+F1), pare o KDM, para que o modo gráfico seja desativado (/etc/init.d/kdm stop) e execute o script, usando o comando “./install-radeon-debian.sh”. Não se esqueça de dar permissão de execução a ele, usando o comando “chmod +x install-radeon-debian.sh”.

O script faz o download e instalação do driver, junto com as alterações necessárias no arquivo de configuração do X e reabre o modo gráfico no final. Para usá-lo você precisa estar conectado na Internet e ter o pacote “alien” instalado.

No Kurumin use o ícone mágico, que vai executar o próprio script do Kano ou outro script atualizado para automatizar a instalação. Não se esqueça de atualizar os scripts de instalação primeiro, para ter em mãos a última versão do script, já que ele é atualizado com uma certa freqüência.

Bem-Vindo…

Setembro 12, 2007

Eu recentemente, tenho visto blogs, que além de mostrar a personalidade dos seus criadores, ajudam pessoas nas suas mais diversas dúvidas, desde uma simples caneta, até sistemas operacionais.

Eu, uso o Arch Linux, e sempre tive paixão por Tecnologia, apesar de cursar na Faculdade a área de Humanas (Psicologia).My SO

Com o tempo, os usuários desse sistema, me instigaram a voltar com uma antiga paixão: o Linux.

Tinha já me estagnado, quando o Sryche, indivíduo leproso e bem doente(hahaha), me apresentou o Arch.

Tinha migrado do Windows para o Kurumin, sim era um evolução, mas em que?

Apesar de não dizer que o Kurumin é ruim, pois facilita a integração com o universo Linux, também não posso dizer que o mesmo é ótimo, pois tira a originalidade do mesmo, que é aprender.

Sim, aprender que droga seu pc é, como ele roda e porque desgraça a sua placa de vídeo mostra um fps tão baixo naquele jogo.Coisas básicas, que certos usuários, tanto do Kurumin(não só do kurumin, mas de outros sistemas simples também, mas não gosto de citar, pois não usei os mesmos), quanto do Windows, não sabem, ou se sabem, só superficialmente.

Gosto de quebrar a cabeça, e aqui estou, mostrando alguma delas q eu passei para vocês.

Antes disso, vou falar sobre mim:

Sou um excêntrico, que adoro Filosofia/Psicologia e tem como hobbie a área de Tecnologia.Adoro computadores(desde minha primeira experiência(um 66 com DOS, que não foi lá essas coisas, mas já tinha aprendido uns comandos básicos), em 2000 tive o meu primeiro contato com o Linux(Mandrake 8.0) e também o interesse pelo mesmo.Só de ser Open Source e ver um monte de doidos(no bom sentido) se batendo apra transformar aquilo em algo grandioso, já era louvável.Tinha o Red Hat 3.0 em casa, mas como era muito guri, bati tanto a cabeça no sistema de partiçoes (Que desgraças eram ext2 e swap???auhUHAuh)que acabei desistindo e voltando pro win98.Depoi, ganhei um cd do Mandrake 8.0, o que me deixou muito feliz, pelo sistema lindo de partições(uma GUI bem montada, para leigos como eu pudessem mexer)e consegui instalar.Na época tinha um troço chamado wine, que eu não entendia o que era muito bem(Wine is not emulator?porra num emula os programas do windows????) e resolvi experimentar.

Depois de muitos fóruns, consegui instalar(na época o Mandrake vinha com o wine no cd *.*)e me aventurei.

Altas horas de VisualBoyAdvance no Linux, uAHUAh, apesar da lentidão, tirava onda com meus colegas, que usavam windows na época.

Passou o tempo(2004), usei o SOTLinux, uma distribuição se eu não me engano, finlandesa, que era destinada a usários de desktop.Quebrei a cara.Só tinha papo, e na hora da instalação depois de três horas me batendo para configurar o teclado e mouse, passei feliz para a inicialização.Gnome.a época ele não era tão lindo como hoje e logo tomei um susto, pois já tinha visto o KDE pelos sites do mundo afora, e era beeeem diferente.Então, mais uma derrota, porque na época não tinha internet, só discada e como era no interior, era interurbana.OWindows vence.

Já morando na capital, decido ver que desgraça era o Kurumin, que tanto cara falava.Vi o quanto era fácil, mas desde o 3.0 tive uma tristeza: meu modem era V.92.O linux não tinha boa adaptabilidade e como o pc era do meu coroa, ele disse “comprar modem novo?de jeito nenhum!) e continuo no windows…

No kurumin 5 (kernel 2.4 alguma coisa…) consegui configurar meu modem, mas um problema: Muitos pacotes, pouca velocidade.Como o computador aqui era da CASA não meu, eu não poderia deixar o fim de semana todo baixando pacs e atualizaçoes, então desisto novamente…

Agora(2007), boto velox, uso o kurumin, configuro tudo(ateh minha ATI quase inconfiguravel, q depois de muitos tutos(que irei disponibilizar aqui)saiu a desgraça do direct rendering, opengl e um glxgears com velocidade amigável.Aí, vem a desgraça do meu colega e diz: quer dificuldade?kurumin é muito simples, pq vc nao vai na unha?tem medo?

¬¬ eu digo>”bota essa porra lgo e cala a boca”

haha, e daí em diante uso o Arch.Um linux, muiiito leve, otimizado para plataforma i686(pra vc q nao sabe, são os novos pentiums, amds da vida) e o melhor (repito): muiiiito leve”!!!!

Com uma lista de pacotes constantemente atualizada e um comando louvável até no nome (pacman =P)você baixa deus e o mundo e só nao aprende se não quiser, porque o que nao falta sao usuarios e listas de foruns para te ajudar.

Bom, acabo por aqui já que meus dedos estão em estado de dormência mas futuramente irei postar algumas dicas e coisas para você que quer conhecer mais um pouco o mundo da informática, do rock e da psicologia, hahahaha.

O que não tiver a ver com isso, é baboseira minha.=P

Abraços!